To listen to this audio clip you will need to upgrade Adobe Flash Player
To listen to this audio clip you will need to install Adobe Flash Player

(ilustração de Pedro Lourenço)
A partir de 16 Novembro disponível para o público.
4 Dezembro Concerto de Apresentação na Galeria Zé Dos Bois.
Enquanto fundador e responsável pela editora Merzbau (uma das pioneiras no registo net-label em Portugal, e casa que descobriu nomes como Lobster, B Fachada, Noiserv, Frango ou Walter Benjamin), Tiago Sousa mostrou sempre uma atenção à novidade e um posicionamento sem fronteiras de estilo ou de linguagem. A Merzbau, entretanto extinta, cumpriu com sucesso a sua missão – Noiserv já chegou ao Coliseu de Lisboa, B Fachada, integrado entretanto na família Flor Caveira, já chegou a todo o lado.
Eis-nos em 2009. A Merzbau chega ao fim com a sensação de dever cumprido. Tiago Sousa, entretanto, assume uma surpreendente carreira a solo, com os discos "Crepúsculo", "Noite", e "The Western Lands". Supreendente, porque, apesar de assinalada abrangência estética que demonstrou enquanto editor, nada indiciava a direcção que a sua própria música tomava. Longe da pop de Noiserv, de B Fachada, dos Jesus, The Misunderstood ou de Mariana Ricardo, mas igualmente nos antípodas do experimentalismo dos Frango ou do rock ruidoso e musculado dos Lobster ou Lemur, a música de Tiago Sousa reflecte a referência de figuras de vulto na música erudita, assumindo, porém, um médodo criativo guiado pela intuição e pela espontaneidade. As emotivas e simples melodias que nesses discos desenhou, sobretudo ao piano, evocam não tanto a sua vivência desse notável caldeirão que é a música portuguesa facção indie ou experimental dos últimos 5 anos, mas muito mais a descoberta de mestres da música moderna e contemporânea, como Erik Satie, Terry Riley, Robbie Basho, Federico Mompou, ou Olivier Messiaen, e a leitura das obras marcantes dos prolíficos escritores da geração Beat, dos testemunhos políticos de H.D. Thoreau e dos Situacionistas e da distante filosofia oriental.
Chegamos a "Insónia", terceiro álbum na discografia de Tiago Sousa - editado pela alemã Humming Conch. Álbum que vive quase exclusivamente do piano, com aparições de bateria ou de clarinete, cortesia dos músicos convidados João Correia e Ricardo Ribeiro. Insónia, gravado no início deste ano por Geoffrey Mulder e masterizado pelo músico Taylor Deupree, conhecido pelo seu trabalho na editora 12 Rec, é, simultaneamente, o disco que esperava (ou que se esperava de) Tiago Sousa, mas é também uma surpresa. É, por um lado, o culminar do trabalho que Tiago tem vindo a apresentar, mas é também uma surpresa na medida em que nada parecia, de certo modo, poder prever um disco tão conseguido na sua força emocional. A segurança das suas deambulações marcadamente impressionistas com ecos de Debussy ou de Chopin e o savoir-faire que faz de pequenas e simples melodias hinos acabados de meditação e recolhimento mostram que este é um disco nocturno, sim, mas com um vigor matinal que se materializa na propulsão imparável de um tema como Passos, e se pressente nos andamentos do single Folha Caduca ou do tema de abertura Movimento.

(foto por Vera Marmelo)
Nasceu em 1983 numa manhã chuvosa de Outubro e sempre dedicou a sua vida à música. Na adolescência resgatava o dinheiro dos almoços para comprar discos e daí até formar a primeira banda foi um passo natural. Depois de passar pela Escola de Jazz do Barreiro para estudar guitarra jazz, desiludiu-se com os caminhos académicos da música. Formou os Goodbye Toulouse e fez parte dos colectivos Jesus, the Misunderstood e Sapien Sapiens. Simultâneamente, criou a Merzbau, uma das primeiras e mais prolíficas netlabels portuguesas.
O interesse rehabilitado por retornar aos ensinamentos de infância materializou-se num piano vertical cor de madeira plantado no quarto. A omnipresença do instrumento foi determinante na sua vida desde então. Ao piano gravou "Crepúsculo" em 2006 e " Noite/Nuit" em 2007, pela Merzbau, e o aclamado "The Western Lands" em 2008, pelo signo alemão Resting Bell. Partiu de The Western Lands para a Europa e durante um mês percorreu de comboio vários países para dar a conhcer o disco. Também a propósito de "The Western Lands" partilhou palcos com Shannon Wright, Vic Chestnutt e Paul Metzger.
Neste seu percurso acidentado alimentou sempre um lado de activismo musical, organizando consistentemente concertos daqueles em que acreditou e criando laços fortes com o festivais Out.fest e Barreiro Outras Músicas.
2 weeks ago

(ilustração de Pedro Lourenço)
A partir de 16 Novembro disponível para o público.
4 Dezembro Concerto de Apresentação na Galeria Zé Dos Bois.
Enquanto fundador e responsável pela editora …
Oct 8, 2009
The upcoming album Insónia will be launched November 16. Soon a special concert, with the musicians that recorded it , will be announced. Please keep in tune.
Aug 25, 2009
Tiago Sousa
10 de Setembro, Espaço J - Barreiro
2 de Outubro, Museu da Música - Lisboa

(desenho por Pedro Lourenço)
Tiago Sousa, apresenta-se a solo no próximo dia 10 de Setembro e dia 2 de Outubro. Primeiro na inauguração do novo Espaço J no …
XAROPE, Sep 29, 2008:
VIVA A MERZBAU!!!
viva os canaviais do barreiro!
viva os macumbaticos!!
Gagosian Liga, Jul 17, 2008:
"We all admire the spangled acrobat with classical grace meticulously walking his tight rope in the talcum light; but how much rarer art there is in the sagging rope expert wearing scarecrow clothes and impersonating a grotesque drunk! I should know." (Vladimir Nabokov)
Thank you for your friendship! Musical greetings from Munich/Germany!
Feel free to download my music!
Out Level, May 10, 2008:
Tudo de bom, ma man! Dá-lhe com a alma toda.
:::rannou, Apr 22, 2008:
love your tunes!
thanks for the friendship!
c l o u d, Apr 4, 2008:
Lights & dreams...
Inconspicuously
M
Manuel Gião, Apr 1, 2008:
Sim, este é bem mais giro. Mais cena. Lol.
Linda Bjalla, Mar 28, 2008:
Thanks for being my friend! Your music is truly great!! Wonderful sound!

Best wishes,
Izumi